terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Filme sobre piratas da Somália reforça mentira oficial



Protagonizado por Tom Hanks, filme estreia nesta sexta-feira nos cinemas do Brasil. Direção é de Paul Greengrass, conhecido por conduzir a trilogia 'Bourne'. 'Capitão Phillips' o filme, reproduz na visão hollywoodiana o sequestro feito por piratas somalis em 2009.
O enredo é aquele de se esperar do lixo cultural produzido em hollywood, onde os mocinhos (na verdade, os bandidos), levam o público a torcer contra as verdadeiras vítimas, no caso, os somalis. Assim como em todos os povos, existem os bons e os maus. Alguns piratas somalis são realmente bandidos, mas a maioria apenas retribui aquilo que recebem das potências ocidentais.
O capitão Phillips é mostrado como o típico herói norte-americano: corajoso, honrado, solidário, humanista. Nada mais enganador e sórdido. Na verdade, os governantes e militares norte-americanos são terroristas e piratas modernos, fazendo guerras em diversas partes do mundo para roubar gás e petróleo. Bandidos e criminosos, assassinam impunemente - inclusive com cumplicidade de outras potências - civis inocentes na Síria, Afeganistão, Palestina, Iraque, Paquistão entre outros países. Não é por acaso que os EUA tem 1.086 instalações militares (entre bases e edifícios militares de espionagem) na maioria dos países do mundo.
Os verdadeiros piratas da Somália são os norte-americanos, franceses, espanhóis, alemães e israelenses que invadem com barcos pesqueiros as águas territoriais da Somália. Além de promover pesca industrial levando a fome aos vilarejos e aldeias costeiras da Somália, os governos dos países citados depositam nas praias lixo tóxico que não conseguem descartar em seus respectivos países. Eles se aproveitam da situação do caos político em que vive a Somália para promover ataques à soberania do país e roubar as poucas riquezas naturais de um dos países mais pobres da África.
Para quem deseja conhecer a realidade dos chamados piratas da Somália, é recomendado assistir o seguinte documentário:
http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Porque é presidenta e não presidente



A mídia brasileira comete o mesmo erro da mídia portuguesa ao se negar a usar a palavra presidente. Nos últimos anos Portugal passou pelo mesmo dilema dos meios de comunicação do Brasil: presidente ou presidenta?
Em Portugal e no Brasil diversos linguistas se manifestaram pró e contra o uso da palavra presidenta. Mas considero que – teorias à parte – o assunto se exauriu na inauguração da “Fundação José Saramago”.
Em entrevista ao jornal português Diário de Notícias em 6 de julho de 2008, ao jornalista João Céu e Silva, Pilar zombava da utilização da palavra presidente pela imprensa portuguesa ao se referir a mulher presidindo alguma entidade. Ela afirmou – com o consentimento de José Saramago, prêmio Nobel de Literatura – que a palavra presidenta não existia no passado porque não havia mulheres exercendo essa função. Somente nas últimas décadas as mulheres conquistaram o devido lugar na sociedade, e passaram a ser presidentas, e não presidente.
Vamos recordar as palavras da jornalista e tradutora Pilar Del Río, presidenta da Fundação José Saramago:
“(...) - Há um ano que é presidente da Fundação José Saramago…
- Presidenta!…
- Presidenta?
- Só os ignorantes é que me chamam presidente. A palavra não existia porque não havia a função, agora que existe a função há a palavra que denomina a função. As línguas estão aí para mostrar a realidade e não para a esconder de acordo com a ideologia dominante, como aconteceu até agora. Presidenta, porque sou mulher e sou presidenta.
- Mas a palavra não existe!
- Porque é que entre uma mulher e um animal tem primazia o gênero do animal? Porque dizem “Vêm os dois” se é uma mulher e um cão quem vem? Em vez de dizerem que não se pode dizer presidenta, mas ministra sim, solucionem essa injustiça e canalhice. Que os doutos acadêmicos resolvam um conflito que tem séculos porque não têm sensibilidade para apreciar a questão ou nem se aperceberam. Por isso, justificam com leis gramaticais ou simplesmente silenciam e riem-se das pretensões da mulher porque se acham superiores. Em quê? (…)”

A imprensa portuguesa se dobrou, em parte, ao argumento de Pilar Del Río. No Brasil, a mentalidade reinante ainda é colonial, ultrapassada, velha. Pior do que isso, utilizar a palavra presidente parece ser um uma decisão ideológica daqueles que não aceitam o resultado das urnas e da maioria do povo brasileiro que elegeu Dilma Rousseff presidenta.

José Gil

domingo, 29 de dezembro de 2013

Aécio escolhe Curitiba para largada de 2014



A largada de 2014 dos tucanos está praticamente definida. Segundo o Correio Braziliense, será em Curitiba, em 12 de janeiro, aniversário de 30 anos do primeiro comício pelas eleições diretas para presidente da República. Na época, o governador era José Richa, já falecido, então do PMDB, e um dos fundadores do PSDB, mesmo partido do seu filho e atual comandante do estado, Beto Richa.
O prefeito de Curitiba era Maurício Fruet, pai do atual administrador da cidade, Gustavo Fruet, do PDT. E Tancredo Neves, avô do senador Aécio Neves, era aquele que, ao lado de Ulysses Guimarães, percorria o país em campanha para que a população pudesse escolher livremente seu comandante.
Agora, são os filhos e neto pegando o bastão da democracia como um valor a ser arraigado na campanha de 2014.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Acusado de usar a máquina para defender estuprador, prefeito do PT desiste de Gaievski



O prefeito de Realeza, Milton Andreolli (PT), comunicou à Justiça que não mais servirá de testemunha de seu antecessor Eduardo Gaievski, ex-assessor da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e acusado de pedofilia no Paraná. Andreolli teme o movimento de vereadores que pretendem cassá-lo por crime de responsabilidade. O prefeito é suspeito de ter colocado toda a máquina do município para tentar livrar Gaievski, que está preso desde agosto acusado de 40 crimes sexuais. (na foto Gaievski e Andreolli e vereadores do PT de Realeza no gabinete de Gleisi).

As articulações de Andreolli para proteger Gaievski, de acordo com advogados consultados por vereadores de Realeza, são graves o suficiente para fundamentar um processo de cassação de mandato. O prefeito usou a estrutura municipal para pressionar testemunhas, com o objetivo de que retirassem ou desmentissem depoimentos que implicavam Gaievski. Uma das testemunhas, que se recusou a colaborar, perdeu a bolsa de estudos concedida pela prefeitura.

Outro caso do uso da máquina pública, pelo prefeito, para proteger Gaievski é o do aposentado João Pontes, avô de uma das vítimas. Ele foi despejado de um terreno da prefeitura, onde residia há anos, porque sua neta – vítima de Gaievski – não desmentiu depoimento contra o ex-assessor da Casa Civil. Pontes morava com a mulher e dois filhos há nove anos no Viveiro Municipal, em Realeza, e foi instruído, em 3 de setembro, pelo secretário de Administração da prefeitura, Fernandes Borges, a convencer a neta a retirar a denúncia contra o ex-prefeito. Diante da negativa, foi notificado pelo próprio Milton Andreolli para desocupar em no máximo trinta dias o imóvel. O despejo só foi evitado por uma medida cautelar tomada a pedido do advogado Natalício Farias, que defende as vítimas e é assistente de acusação no caudaloso processo contra o pedófilo que integrava a roda de pessoas de confiança da petista Gleisi.

Andreoli concedeu licença de dois anos para o secretário municipal da Administração, Fernandes Borges, preso quando subornava vítimas para que mudassem depoimentos sobre os estupros cometidos por Gaievski. O prefeito também não demitiu Edmundo Rafael Gaievski, o Fafo, irmão do pedófilo e motorista da prefeitura, apesar de ele estar foragido há mais de 40 dias, também acusado de subornar e intimidar vítimas e testemunhas.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Pessuti garante que será o candidato do PMDB



Ex-governador diz ter maioria para derrotar o senador Roberto Requião na convenção que definirá entre candidatura própria do partido e aliança com Beto Richa ou Gleisi Hoffmann

A seguir reproduzimos parte da entrevista do ex-governador Orlando Pessuti ao Bem Paraná:

Bem Paraná - Porque foi cancelada a convenção do PMDB de Curitiba?
Orlando Pessuti – O cancelamento deveu-se a um entendimento entre os deputados estaduais, o nosso presidente (estadual do PMDB), Osmar Serraglio, com a direção nacional do partido. Existe um recurso tramitando na Executiva Nacional proposto pelo grupo do Requião que pede para ser validada a convenção de julho realizada por eles e que foi por nós indeferida. E o relator do processo, que é o secretário-geral do partido, deputado Mauro Lopes, pediu que fosse feito o adiamento para que ele pudesse estudar melhor o assunto. E o presidente da comissão interventora, Reinhold Stephanes (Jr) decidiu adiar.

BP - O senador Requião foi destituído da presidência do PMDB de Curitiba sob a alegação de baixo desempenho. Mas muitos integrantes da Executiva do partido, inclusive o senhor, não fizeram campanha para o candidato do partido. Não há contradição?
Pessuti – Você não fazer campanha para o candidato do partido não tem nenhuma contradição nesse aspecto. O candidato (a prefeito) do partido (Rafael Greca) teve um bom desempenho até. Agora a chapa de vereadores é que não teve. Se a chapa de vereadores tivesse feito 10% dos votos como fez o candidato a prefeito, nós teríamos pelo menos três ou quatro vereadores. A norma a que nós nos ativemos para a dissolução do diretório de Curitiba e outros 26 é o fato de que não conseguimos o desempenho estabelecido que era pelo menos 10% dos votos para vereador.

BP – O senhor também lançou seu filho (Bruno Pessuti) como candidato a vereador por outro partido, o PSC.
Pessuti – Por conta de uma retaliação que fez o grupo do Requião em 2011, quando renovou o diretório de Curitiba e colocou para fora os meus filhos, os meus amigos, e dizia a todos que no PMDB de Curitiba o Pessuti não teria voz nem vez, e que seus filhos não teriam legenda no PMDB. Por isso meus filhos tomaram a iniciativa de deixar o PMDB. O Bruno disputou pelo PSC que o acolheu. Foi a retaliação do senador Requião que determinou a ida do meu filho para o PSC. O Moisés já retornou ao PMDB e integra a chapa do Stephanes para o diretório municipal.

BP – O que determinou o rompimento do senhor com o Requião?
Pessuti – O rompimento do Requião comigo. Porque não fui eu que rompi com ele. Foi ele que rompeu comigo. Deve ter sido pelo mesmo motivo que ele rompeu lá atrás com o (ex-governador) Mário Pereira quando o Mário o substituiu (em 1994). O Requião saiu do governo e não admitia que, no meu caso, ao assumir o governo, eu governasse o Paraná. Ele queria ele continuar governando. Ele não admitiu de forma alguma que eu pudesse fazer a substituição de alguns secretários. E fiz de poucos. O Requião saiu do governo, trocou os números dos telefones, viajou sem deixar a mim ou a qualquer um dos meus assessores o telefone onde ele estava para ser consultado em alguma necessidade. Tentei por todos os meios contatar ele na primeira semana logo após a posse, que por sinal se deu em uma quinta-feira Santa, em um 1º de abril, já em uma data bastante difícil porque ele viajou e só pude tentar falar com ele na segunda-feira. Era justamente para comunicar que eu substituir o secretário de Segurança, o Luiz Fernando Delazari. E a intenção nossa era fazer essa e mais uma outra substituição. Na composição da minha equipe, somente duas pessoas, dois secretários, não integravam o governo anterior dele. São os secretários Mário Stamm Filho (Transportes) e o Everaldo Moreno (Cohapar). Todos os demais integrantes da minha equipe de governo faziam parte do governo Requião. Inclusive o secretário de Segurança, eu nomeei o coronel Aramis Serp, que era coordenador do projeto Povo em Curitiba. O rompimento aconteceu por conta disso, por eu ter substituído o secretário de Segurança Pública e também o Ouvidor, o Luiz Delazari pai que pediu para sair. E na sequência eu substitui o secretário dos Transportes. Então houve o rompimento, nunca mais conversamos.

Bem Paraná - O rompimento entre o senhor e o Requião não enfraquece a candidatura própria ao governo pelo PMDB?
Orlando Pessuti – A tese da candidatura própria está fortalecida com a minha posição de ser candidato e com a do Requião. Porque somados aqueles que irão nos acompanhar na convenção e aqueles que vão acompanhar o Requião, hoje nós temos maioria dos delegados convencionais. Com toda a certeza. Mas nenhum de nós vencerá se não tivermos o apoio do grupo liderado pelos deputados estaduais e também dos federais. Eu tenho consciência disso e o grupo do Requião também deve ter. Por isso eu continuo aliado ao grupo dos deputados estaduais e nós já vencemos o Requião na disputa pelo diretório estadual. Nós já retiramos o Requião do comando do diretório municipal. Eu não tenho dúvida que nós vamos com certeza impedir a candidatura do Requião ao governo do Estado.

BP - O senhor faria campanha para o Requião?
Pessuti – Ele não será escolhido. Nós vamos vencê-lo na convenção. Eu não preciso me preocupar com essa hipótese. Tenho absoluta convicção de que a união das forças do meu grupo com o grupo dos deputados estaduais e federais e também o senador Sérgio Souza, nós seremos vitoriosos na tese de que eu possa ser candidato a governador.

BP – E acha que ele faria campanha para o senhor?
Pessuti – Acredito que não.

BP – Isso não enfraquece a candidatura do PMDB?
Pessuti – Pode até enfraquecer. Mas não é isso que vai tirar de nós a oportunidade de participar com todas as condições de chegar no segundo turno e disputarmos o governo do Paraná. Nós sabemos que o senador Requião tem o seu nicho de apoio, as pesquisas mostram. É natural que hoje eu talvez esteja em uma posição atrás tanto dele quanto dos demais até porque enquanto ele disputou, se não me engano, sete eleições majoritárias, eu não disputei nenhuma ainda. Disputei duas como vice, mas o candidato a vice você fica um pouco escondido. A Gleisi (Hoffmann) já disputou três majoritárias. O Beto Richa já disputou de prefeito de Curitiba, governo duas. É natural que o meu nome seja menos conhecido que o deles.

Bem Paraná – Muitos consideram que a eleição no Paraná deve ser polarizada entre o PSDB do governador Beto Richa e o PT de Gleisi Hoffmann. O senhor acha que há espaço para uma terceira candidatura competitiva?
Orlando Pessuti – A polarização pode até acontecer. Mas eu acredito que se tivermos uma candidatura peemedebista, a eleição será levada a um segundo turno, e portanto não haverá essa polarização para decidir já no primeiro turno. Como candidato do PMDB nós estaremos ultrapassando a margem dos 20% de intenção de voto.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Richa assina contrato de R$ 815 milhões com Banco Mundial



Nesta quinta-feira (12), o governador Beto Richa assinou, em Brasília, um contrato de financiamento com o Banco Mundial que garante ao Estado R$ 815 milhões para investimentos em nove programas. Os recursos serão aplicados em ações nas áreas de educação, saúde, agricultura e meio ambiente, principalmente em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Como contrapartida, o Estado vai aplicar outros R$ 735 milhões (US$ 315 milhões).

O contrato com o Banco Mundial é o maior de um pacote de empréstimos que o governo estadual negocia há mais de dois anos com instituições financeiras nacionais e internacionais e que totalizam R$ 3,3 bilhões. Para formalizar os acordos, o Estado aguardava a liberação do governo federal, o que seu deu somente em novembro.

Com a assinatura do documento, o banco irá liberar inicialmente US$ 50 milhões na primeira parcela do financiamento. Para receber as próximas parcelas, o governo estadual terá que cumprir metas físicas e financeiras estabelecidas pelo contrato.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Relatório com irregularidades no transporte coletivo de Curitiba foram entregues ao Ministério Público Federal



Integrantes da CPI do Transporte Coletivo entregaram, na manhã desta terça-feira, cópia do relatório final das investigações à representação do Ministério Público Federal no Paraná. O documento foi recebido pelo procurador-chefe substituto, Alessandro José Fernandes de Oliveira.

Durante o encontro, Fernandes de Oliveira informou que o relatório será analisado em conjunto a outros órgãos, como o Cade e a Receita Federal, tendo em vista os indícios de formação de cartel e sonegação fiscal por parte das empresas operadoras do transporte coletivo na capital, respectivamente.

“Deixamos nossas portas abertas à Câmara Municipal, porque sabemos que o povo brasileiro tem o bom costume de procurar os vereadores para levar suas demandas. A CPI tem este caráter instrumental de fiscalização e conhecemos o poder de atuação desta Casa”, declarou o procurador. Segundo ele, o relatório será entregue, ainda hoje, à procuradoria competente.

O presidente da CPI, Jorge Bernardi (PDT), afirmou que a planilha do transporte coletivo abarca muitos gastos que só encarecem a tarifa para o usuário. Já Noemia Rocha (PMDB), comentou que “foi possível perceber durante as investigações que o usuário paga tudo, desde as gratuidades a outros custos”. O vereador Bruno Pessuti (PSC), relator da CPI, também participou da entrega do relatório, quando fez a apresentação dos resultados.

Atuação

Nos cinco meses de apuração, a CPI do Transporte Coletivo contou com a participação de todas as bancadas da Câmara Municipal de Curitiba. O colegiado teve como presidente e vice, respectivamente, Jorge Bernardi (PDT) e Serginho do Posto (PSDB). Na relatoria e vice, Bruno Pessuti (PSC) e Valdemir Soares (PRB).

Também integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito os vereadores Chicarelli (PSDC), Chico do Uberaba (PMN), Cristiano Santos (PV), Geovane Fernandes (PTB), Mauro Ignacio (PSB), Noemia Rocha, Paulo Rink (PPS), Professora Josete (PT) e Tiago Gevert (PSC, que substituiu Toninho da Farmácia, do PP).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Seleções sorteadas para jogar na Arena visitaram sede de Curitiba



Cinco das oito seleções estrangeiras sorteadas para jogar na Cidade-sede de Curitiba estiveram na capital, entre os dias 07, 08 e 09 de dezembro, fazendo visitas de inspeção em setores como Centro de Treinamento, Campo de Treinamento, Estádio da Arena e hotéis credenciados pela Match/FIFA.

Dirigentes da Espanha, Rússia, Equador, Austrália e Honduras percorreram diversos locais de Curitiba, fazendo um planejamento para sediar na cidade as suas seleções para a Copa do Mundo de 2014.

Apenas as delegações de Nigéria, Iran e Argélia não vieram conhecer os locais onde foram sorteados, deixando para visitar a Cidade-sede à partir de fevereiro. Todos já retornaram aos seus países de origem.

Os visitantes foram acompanhados por uma equipe da secopa municipal, com Rafael Mueller, Amilton Stival, Bety, Gabriel, Carla, Lis, Pedro Junior e Rosane, juntamente com uma equipe da Coordenação Geral da Copa no Paraná, composta pelo coordenador geral Mario Celso Cunha, Marco Antonio Abdanur e Alceu Mentta ‘Caxias’. Também acompanharam a visita Mark Pinheiro, gerente geral de operações FIFA no Paraná, e Camilo Gonzáles, da Match.

A seleção da Espanha visitou o CT do Caju, do Clube Atlético Paranaense, local que deverá ser confirmado como Centro de Treinamento dos campeões mundiais, passando depois pelos hotéis Mabu/CIC e Radisson. Estavam presente o travel manager da Real Federação Espanhola Antonio Limones Perez, o gerente de acomodações Felipe Freese e Gustavo Bernardo, da Match. Foram recebidos no CT do Caju pelos diretores Mauro Holzmann e Luis Greco.

A seleção de Honduras veio composta pelo gerente geral Gerardo Ramos, pelo técnico Luis Fernando Soares, pelo fisicultor Carlos Gutierrez e TLO Mauricio Manzini. Estiveram na Arena, onde assistiram um vídeo sobre o andamento das obras e o projeto original, e depois visitaram as obras, seguindo para o estádio Couto Pereira, onde conheceram o local indicado para os treinamentos (COT). Após as visitas se dirigiram para o hotel Pestana.

A seleção da Austrália veio com o técnico Ange Postecognou, diretor da Federação Australiana Gary Moretti e equipe. Estiveram no hotel Pestana, no estádio Couto Pereira e na Arena do Clube Atlético Paranaense.

A seleção do Equador esteve na Arena do Clube Atlético Paranaense, depois visitou o estádio Janguito Malucelli onde confirmou o local de treinamento, e seguiu para o hotel Radisson. Acompanhou a comitiva o coordenador geral de logística Vinício Luna, preparador físico Carlos Velasco, Luan Tonelli do COL/FIFA, Wellington Medeiros (tradutor) e Paulo César Teixeira (Abin).

A seleção da Rússia também visitou o estádio Janguito Malucelli, a Arena do Clube Atlético Paranaense e o hotel Radisson. Veio com a Team Manager Evgeny Savin, Travel Maneger Elisabette Bartoszcze e o Chefe de Segurança Dmitry Vinogradov.

Numa visão geral todos elogiaram a cidade e os locais visitados. Gostaram muito do gramado do estádio J. Malucelli e do CT do Caju. Inclusive a Seleção da Espanha, que deverá vir à Curitiba com um total de 70 integrantes, pretende ficar no CT atleticano já em fevereiro, quando participará da reunião da FIFA, a ser realizada no Costão do Santinho (Florianópolis - SC), que terá as 32 seleções da Copa do Mundo de 2014.

A preocupação de todos era conhecer os locais de treinamento e o estádio da Copa. Lamentaram apenas que o gramado da Arena ficará pronto somente em janeiro, pois gostariam de ver a qualidade do gramado já instalado. Mas, visitaram os locais de vestiários e áreas de circulação, ficando satisfeitos com estes setores.

Fotos: Coordenação Geral da Copa do Mundo no Paraná

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Violência no jogo Atlético Paranaense X Vasco foi preparada pela torcida vascaína



A grande maioria dos comentaristas do país dava como certa a vitória do Clube Atlético Paranaense no jogo realizado ontem na Arena Joinville, por diversos motivos, entre os quais o histórico de cada equipe e o desespero do time carioca para fugir da segunda divisão.
Para evitar o rebaixamento e jogar a decisão para os tribunais desportivos, onde os cartolas cariocas costumam levar a melhor, com apoio da chamada grande imprensa, a torcida organizada do Vasco da Gama preparou com antecedência a violência deflagrada na Arena Joinville, como provam os artefatos que alguns vascaínos portavam.
A essa atitude antidesportiva – não rara no futebol brasileiro – somou-se a incompetência do comando da Polícia Militar de Santa Catarina, que se recusou a colocar policiais em campo, mesmo sabendo da visível possibilidade de brigas anunciadas pelas redes sociais da torcida organizada do Vasco. Confrontado pela imprensa, o comandante da PM no jogo realizado denunciou – irresponsavelmente - que a culpa seria do Ministério Público de SC, que teria impedido a presença de policiais militares no estádio. Afirmação desmentida depois pelo órgão da Justiça catarinense.
Portanto, a culpa da violência e selvageria verificada na Arena Joinville não é da torcida organizada do Atlético Paranaense, mas da torcida vascaína, a única interessada em tumultuar o bom andamento da partida que mostrava a vitória atleticana desde os primeiros minutos de jogo.
As grandes redes de televisão, sediadas no Rio de Janeiro, acusavam ambas as torcidas pela violência no estádio, contrariando as cenas por eles mesmos gravaram provando que foi a torcida vascaína quem rompeu os alambrados e invadiu o espaço destinado à torcida atleticana, iniciando a briga e a violência que resultou em quatro torcedores feridos.
Nos minutos que se seguiram ao confronto, alguns canais de televisão noticiavam a morte de alguns torcedores, incluindo “depoimentos” de radialistas catarinenses, para pressionar o árbitro a encerrar a partida.
Diante da invasão de seu espaço, a torcida atleticana – os Fanáticos – reagiu e impediu que os vascaínos agredissem os torcedores pais de famílias que se encontravam no local com mulheres e crianças. Portanto, a organizada do Atlético impediu que a tragédia tivesse resultados trágicos para a história do nosso futebol.
Em resumo, a violência na Arena Joinville foi uma estratégia frustrada de uma torcida organizada conhecida por atos de vandalismo e bandidagem, exatamente parte da torcida organizada vascaína que promoveu os episódios vergonhosos que o Brasil e o mundo assistiram horrorizados.

domingo, 8 de dezembro de 2013

EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO DA RPD COREIA EM CURITIBA FOI UM SUCESSO



Mais de 2 mil pessoas visitaram a Exposição de Arte Coreana no Largo da Ordem nos dias 6, 7 e 8 deste mês.
Diversas obras literárias sobre a política e a cultura coreana foram expostas, além de fotografias mostrando a modernidade das principais cidades daquele país.
O artesanato também foi apresentado, mostrando técnicas milenares como a confecção de quadros com pó de conchas marinhas, rochas e árvores. Quadros bordados em seda coreana fizeram sucesso, além de pinturas tradicionais.
O sucesso da exposição levou os organizadores a planejar a realização do evento nos meses de março e abril nas cidades de Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá.
A promoção foi do Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia (sede em Curitiba) e Embaixada da RPD Coreia, com o apoio do Jornal Água Verde, jornal Gazeta do Santa Cândida, Colégio Dynâmico e Cebrapaz-PR.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Exposição de Arte Coreana no Largo da Ordem, neste sábado e domingo em Curitiba



Está fazendo sucesso a Exposição de Arte Coreana promovida pela Embaixada da RPD Coreia e Comitê Brasileiro de Solidariedade a RPD Coreia (Curitiba) no Largo da Ordem, no Colégio Dynâmico, em frente ao Bebedouro.
Centenas de visitantes percorreram a exposição que reúne quadros pintados com diversas técnicas, incluindo algumas desconhecidas no Brasil, como pedaços de conchas marinhas. Quadros bordados com seda coreana, selos antigos e atuais, livros, fotografias, leques, esculturas e artesanatos diversos fazem parte do acervo que chegou a Curitiba depois de passar por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
A exposição continua neste sábado e domingo, dias 7 e 8 de dezembro, das 9 às 19 horas. A entrada é franca e aberta ao público em geral. Trata-se de uma grande oportunidade para o público curitibano conhecer a cultura de um país que a imprensa ocidental raramente noticia.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Pessuti abraça Beto Richa e reconhece que a crise do Estado é culpa de Jaime Lerner



Do alto de sua experiência como ex-governador, Orlando Pessuti jogou nas costas do ex-governador Jaime Lerner a culpa pela crise financeira que vive o Estado. Segundo ele, alguns motivos podem até ser culpa do governador Beto Richa, mas o principal “vem de longe”.
Para Pessuti, tudo começou quando Jaime Lerner vendeu o Banestado, ações da Copel e da Sanepar e recebeu, antecipadamente, os royalties de Itaipu.
Só para citar um exemplo, diz o ex-governador, o Estado paga, todo mês, aproximadamente 80 milhões de reais pelo empréstimo contraído para sanear o Banestado, antes de vendê-lo.
Isso multiplicado por 35 meses do governo Beto Richa, chegamos a um valor pago em torno de R$ 2, 8 bilhões. Somando-se a isso, o que já foi pago de dividendos das ações vendidas da Copel e da Sanepar, essa soma vai além dos R$ 3 bilhões Esses recursos saíram do caixa do governo estadual, atesta Pessuti.
Pessuti afirma que esta crise era “previsível”.
Quando votamos contra essas vendas, lá atrás no governo de Jaime Lerner, nós avisamos que um dia o Estado passaria por essa situação. Tardou, mas aconteceu e o resultado está aí, lamenta.

Associação Comercial envergonha memória do Paraná



O presidente da Associação Comercial do Paraná, Edson José Ramon, ficará para a história como autor do maior equívoco histórico e político do Paraná. Ele vai atribuir ao ex-governador Jaime Lerner no dia 2 de dezembro, no Clube Curitibano, a Comenda Barão do Serro Azul, a mais importante distinção daquela entidade.
Das duas, uma: ou Ramon não conhece a história do Paraná, ou está apenas fazendo politicagem.
O empresário Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul (fundador da ACP) é um dos heróis nacionais do Paraná. Dedicou sua vida à proteção da cidade durante a Revolução Federalista, impedindo que Curitiba fosse saqueada, e depois foi fuzilado na Serra do Mar. Ele foi o maior exportador de erva-mate do mundo. Era o homem mais rico do Paraná, na época, e investia do próprio bolso para fortalecer o comércio e a produção de bens locais.
Um homem dessa estirpe não tem nada que ver com políticos de triste memória.
Em setembro de 2011 o ex-governador do Paraná Jaime Lerner foi condenado a três anos e seis meses de detenção, mais multa, pelo crime de dispensa ilegal de licitação na construção de estradas. A decisão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), também negou habeas corpus ao ex-governador.
Lerner foi condenado em razão de um aditivo contratual que estendeu a concessão obtida pela empresa “Caminhos do Paraná S/A” em 80 quilômetros, incluindo trechos da BR-476 e PR-427 não previstos na licitação original. A rodovia federal estava delegada ao Estado do Paraná por meio de convênio.
A defesa do ex-governador argumentou que, em razão de o réu ter mais de 70 anos, teria ocorrido prescrição. A denúncia do Ministério Público também seria nula por não descrever as condutas individuais dos acusados, impedindo o contraditório. Mas para o relator, ministro Jorge Mussi, a denúncia está de acordo com o crime previsto na Lei de Licitações e Contratos.
Graças ao ex-governador Jaime Lerner os paranaenses pagam os pedágios mais caros do país, e custeiam a maior roubalheira da história do Paraná: 19 bilhões de reais desviados com a quebra do Banestado. Até 2029 uma parte dos impostos dos paranaenses está comprometida para pagar a roubalheira do Banestado no governo Lerner.
Doleiros presos afirmaram que entregavam malas de dinheiro da corrupção ao homenageado pela ACP.
O presidente da Associação Comercial do Paraná acaba de cometer um erro histórico, cobrindo de vergonha uma entidade centenária.
Que vergonha...

José Gil

sábado, 23 de novembro de 2013

Os problemas de caixa do governo do Paraná



Nos últimos dias uma série de notícias contra o governador Beto Richa foram divulgadas pela grande imprensa financiada pelo governo petista (se cortarem anúncios do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobras entre outros, grande parte dos grandes meios de comunicação fecham as portas), como se não fosse de praxe o atraso de contas do governo estadual e prefeituras em final de ano, para pagamento do 13º salário do funcionalismo. Isso é algo que se repete ao longo das últimas décadas, em função da sanha arrecadadora do governo federal que retira dos estados a capacidade de endividamento e pagamento. No caso do Paraná, além do governo federal destinar poucos recursos, não retribui aquilo que o estado arrecada. O Paraná é o sexto estado que mais arrecada e o 26º no recebimento de recursos federais.
A quebra do Banestado no governo Lerner custou aos paranaenses 16 bilhões de reais, que estão sendo pagos até hoje, e pelos próximos 15 anos. Os políticos ladrões embolsaram o dinheiro e os paranaenses estão pagando a conta. É dinheiro que faz falta nos cofres públicos.
A dívida dos estados com a União compromete 15% da capacidade de endividamento do estado e se refletem também na Lei de Responsabilidade Fiscal. O Paraná devia R$ 5 bilhões. Já pagou R$ 10 bilhões e continua devendo outros R$ 9 bilhões. Os estados brasileiros deviam, em 2010, R$ 430 bilhões de uma dívida original que, em 1998, era de R$ 94 bilhões. Os estados já pagaram R$ 170 bilhões dessa dívida, quase 100% do valor original, mas ainda devemos R$ 430 bilhões. Isso significa que os estados têm comprometido de 11% a 15% de sua renda, com a agravante de que cada contrato é diferente. Em outras palavras, a União é um grande agiota que suga as riquezas dos estados e impede os investimentos em saúde, educação, habitação e segurança pública, entre outros.
As dificuldades de caixa do governo estadual são momentâneas e serão sanadas em breve, falou o governador Beto Richa, mas o que ele não disse é que este clima de caça às bruxas em alguns meios de comunicação é uma amostra do que vem pela frente em termos de campanha eleitoral no próximo ano.

Fernando Marques

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ex-prefeito de Realeza e ex-assessor da Casa Civil do governo federal, contrata famoso advogado



Eduardo Gaievski, primeiro-assessor da ministra Gleisi Hoffmann, cotadíssimo para coordenar sua campanha ao Governo do Paraná pelo PT, preso pela acusação de pagar meninas pré-adolescentes para sessões de sexo, contratou um advogado famoso, Elias Mattar Assad. Assad tenta, na quinta, liberar seu cliente para passar Natal e fim de ano em casa, ao lado da família.

Ou de parte da família: seus irmãos Edmundo e Francisco foram presos preventivamente, acusados de pressionar testemunhas para obrigá-las a retirar suas denúncias.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Comissão do Senado visita obras da Copa em Curitiba



Integrantes da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização da Copa do Senado Federal estiveram, nesta segunda-feira (11), em Curitiba, para diligências junto às obras que estão sendo realizadas para a Copa do Mundo de 2014 e que ficarão como legado para a sociedade paranaense.

Os senadores Blairo Maggi, presidente da Comissão, e Sergio Souza, presidente da Subcomissão de Fiscalização das obras da Copa vieram acompanhados de técnicos e assessores do Senado, além de representantes do Tribunal de Contas da União. Também acompanharam a visita os gestores da Copa, Mario Celso Cunha (estado) e Reginaldo Cordeiro (município).

A visita começou pelas obras do estádio Joaquim Américo, do Clube Atlético Paranaense, e continuou na Rodoferroviária, Centro de Comando e Controle da Urbs, Viaduto Estaiado, Avenida das Torres, Alça da Avenida Salgado Filho e Aeroporto Internacional Afonso Pena.

No estádio da Arena a comitiva foi recepcionada pelo diretor de Marketing, Mauro Holzmann; na Rodoferroviária pelo presidente da Urbs, Roberto Gregório; no Viaduto Estaiado pelo secretário municipal de Obras Públicas, Sérgio Luiz Antoniasse; e no Aeroporto Internacional Afonso Pena pelo superintendente da Infraero, Antonio Pallu.

“A parte interna do estádio da Arena nos impressiona, pois a concretagem e a marcenaria estão prontas, incluindo o piso já sendo polido, os azulejos sendo colocados, bem como a fiação”. “É uma parte que as pessoas normalmente não vêm, mas que está bastante adiantada”, afirmou o senador Blairo Maggi. “Temos visitado as obras pelo Brasil e a Arena do Atlético está muito bonita”, completou.

Segundo o senador Sérgio Souza, “acredito que para o primeiro jogo-teste, na segunda quinzena de janeiro, o estádio estará apto a receber uma partida com as condições de avaliar a estrutura geral, como gramado, refletores, cobertura, vestiários e outros setores importantes”. “Este estádio ficará de referência para o Brasil e exemplo para as demais Cidades-sede da Copa 2014”, afirmou o senador.

Conforme o Coordenador Geral da Copa no Paraná, Mario Celso Cunha, “todas as obras, incluindo estádio, mobilidade urbana, viaduto e trincheiras e aeroporto, estarão prontas para a Copa do Mundo 2014”. “Vários órgãos de fiscalização estão acompanhando o andamento dos projetos, o que significa uma total transparência na execução destas obras”, finalizou Cunha.

O secretário municipal da Copa, Reginaldo Cordeiro, acredita que provavelmente a Arena chegará em dezembro, data fixada pela FIFA para a complementação do estádio, com cerca de 90% a 95% concluída. “O que vai faltar será o trabalho de acabamento que serão feitos no período que antecede o primeiro jogo-teste”, disse Cordeiro.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Economia do Paraná é exemplo ao país, diz Serra



O ex-governador José Serra (PSDB-SP) disse hoje que economia paranaense é exemplo para o País, pois cresce acima da média e tem uma forte industrialização, enquanto os demais estados sofrem com a falta de investimentos privados. “Se o Brasil crescesse no mesmo ritmo teria um cenário econômico muito melhor”, disse Serra a um grupo de empresários reunidos na ACP. O governador Beto Richa participou do encontro.

Serra criticou a desindustrialização do País, o Custo Brasil – citando as altas taxas de impostos às empresas –, e a falta de investimentos em infraestrutura. “O Brasil investe cerca de um terço da média do que os países emergentes investem em infraestrutura. Numa lista de 130 países, estamos entre os 10 que menos investem nesta área”, disse.

O tucano comparou a expectativa de crescimento paranaense e brasileira para este ano: 4% e 2%, respectivamente. “É um Estado voltado para frente. Se o Brasil inteiro fosse como o Paraná já estaria no clube dos países desenvolvidos”, reforçou. “É muito importante que não se mate esta galinha dos ovos de ouro, que é a economia paranaense, tanto na indústria como na agricultura”, disse.

Serra lembrou que o Paraná é o 5°. estado que mais contribui com a arrecadação à Federação e apenas o 23°. a receber investimentos federais. “É errado como princípio e como estratégia econômica, por que investimento aqui rende”, defendeu.

“O Paraná é o Estado que mais cresce na nação. Mas, precisamos eliminar os gargalos logísticos para continuar a crescer e o governo federal tem que realmente ajudar o nosso estado neste sentido, pois o Paraná muito contribui e pouco recebe”, afirmou o presidente da ACP, Edson Ramon.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Comitê Organizador da Copa faz reunião em Curitiba



Os temas Segurança e Protocolo foram debatidos nesta quinta-feira (07) pelo Comitê Organizador Local – COL/FIFA, em reunião realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba, envolvendo as Forças de Segurança Pública e Defesa Nacional.

A Gerente Geral de Protocolo do COL, Lucia Amaral Peixoto, fez uma apresentação sobre os alinhamentos de acesso aos setores VIP e VVIP, além de tribuna de honra, credenciamento veicular e reconhecimento de percurso no estádio e seu entorno. “Estamos aprimorando os protocolos, com a experiência do sucesso que tivemos na Copa das Confederações. Este conceito nós vamos aplicar na Copa do Mundo 2014”, disse Lucia. “A Copa do Mundo é o maior evento que um país pode sediar. E trabalhar com qualidade e competência no atendimento a Chefes de Estado e autoridades é uma mostra da capacidade dos organizadores locais”, completou.

Outro tema importante foi a questão de Segurança Pública e Defesa Nacional, apresentado pelo Gerente Geral de Segurança do COL/FIFA, Hilário Medeiros. Foram esclarecidas as situações do planejamento estratégico, normatização para área de prevenção e combate a incêndios, batedores de escolta, stewards e definição do Perímetro de Segurança. “É importante fixar as dimensões e posicionamento nas instalações que serão ocupadas pelas equipes de Segurança Pública nos estádios, e aplicação de um novo modelo de segurança privada nos estádios de futebol”, disse Medeiros. Ele lembrou que até dezembro terá início um treinamento especial para os Stewards. “Devemos contar com cerca de 3 mil homens para atuar na segurança privada no estádio da Copa”, finalizou.

“Em Curitiba, as medidas de Segurança e Planejamento Operacional já estão sendo desenvolvidas, e à partir do dia 22 de maio de 2014 até o dia 03 de julho de 2014 serão aplicados todos os protocolos, testes e avaliações dentro do estádio da Arena”, informou o Coordenador Geral da Copa no Paraná, Mario Celso Cunha.

A reunião contou com a presença do chefe da Assessoria Especial para Grandes Eventos do Ministério da Defesa, General de Divisão Jamil Megid Júnior; do Brigadeiro de Infantaria Amílcar Andrade Bastos, do Comando da Aeronáutica; do gerente de Sede do COL, Mark Pinheiro; do presidente da Câmara Temática de Segurança e Justiça da secopa estadual, coronel PM Milton Isack Fadel Junior; e do gerente de Segurança da sede de Curitiba, Acef Said.

Também participaram da reunião os representantes dos seguintes órgãos: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Agência Brasileira de Inteligência (Abin-PR), Conselho de Segurança, Comissão Estadual de Segurança Pública e Defesa Civil para Grandes Eventos (Coesge-PR), Exército Brasileiro e Aeronáutica, além da equipe de Cerimonial do Governo do Estado e Gabinete do Governador.

Fotos: Heloisa Rego

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CPI DO PEDÁGIO ouve diretor de duas concessionárias nesta terça-feira



A CPI DO PEDÁGIO ouvirá nesta terça-feira (05) o empresário Evandro Viana, diretor para a Região Sul da Ecocataratas e superintendente da Ecovia. As duas concessionárias foram citadas por várias vezes nas audiências públicas feitas em vários municípios paranaenses. O depoimento será prestado a partir das 9h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. “Estamos agora na fase de confrontar os depoimentos e verificar o que as concessionárias tem a dizer com relação a todas as denúncias levadas nas audiências públicas”, afirmou o deputado Nelson Luersen, presidente da CPI DO PEDÁGIO.

Na semana passada, a CPI ouviu dos depoimentos do diretor regional da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), João Chiminazzo Neto e do diretor-presidente da Econorte, Hélio Ogama. A ABCR representa 55 empresas concessionárias em todo o Brasil, que atuam em nove estados. Chiminazzo, em seu depoimento, negou que tenham obras não executadas e previstas nos contratos. De acordo com ele, todas as empresas cumprem rigorosamente o cronograma de obras previsto no contrato com os devidos aditivos contratuais. Ele também alegou que as concessionárias não tem lucros abusivos com os contratos e, por est razão, todo e qualquer acordo precisa respeitar os parâmetros iniciais de lucratividade. Ele admitiu que é possível uma redução de valores da tarifa do pedágio e retoma de algumas obras, no entanto alegou que o assunto já está sendo discutido com o governo do Estado.

Já Ogama justificou a transferência da Praça de Pedágio de Andirá para Jacarezinho dizendo que a transação é legal e está contida no aditivo 34 assinado em 2002 como compensação pela incorporação de 51,6 quilômetros da BR-153 e 14,3 quilômetros da PR-090. Estes trechos foram incorporados ao contrato da Econorte através de um pedido feito pela Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi) e foram os pontos mais polêmicos da Audiência Pública feita em Jacarezinho, no Norte Pioneiro.

O presidente da CPI do Pedágio, Nelson Luersen, apresentou números que demonstram que na praça de pedágio de Jacarezinho o lucro da Econorte aumentou 1000% entre 2002 e 2012 – o que poderia ser analisado numa possível compensação ou reequilíbrio contratual. “Não tem como negar que a arrecadação subiu de forma assustadora nesta praça de pedágio”, disse Luersen. Nas outras praças administradas pela Econorte, a lucratividade teve evolução de 360% e 524% respectivamente. Ogama não contestou os dados apresentados por Luersen.

sábado, 2 de novembro de 2013

CHURCHILL COMO POUCOS O CONHECEM



Já me referi aqui a Winston Churchill, uma das figuras que mais se notabilizaram no século passado, sempre envolvido na política britânica por ocasião das duas Grandes Guerras Mundiais. Os meios de comunicação fizeram dele o grande estadista vencedor da Segunda Guerra, festejado e admirado.

Muita gente, entretanto, não conhece Churchill como RACISTA, EUGENISTA, GENOCIDA e até ANTISEMITA como se revelou nas seguintes citações:

“Não entendo a susceptibilidade em relação ao uso de gás. Eu sou fortemente a favor do uso de gás venenoso contra povos incivilizados.” (1919 – Churchill como Secretário de Estado para o Ar)

“É alarmante e causa náuseas ver Mr.Gandhi, um sedicioso advogado 'meia-boca', posando agora como um tipo de faquir bem conhecido no Oriente Médio, subindo seminu os degraus do palácio vice-real, enquanto ainda continua a organizar e conduzir campanha de desobediência civil, parlamentando em termos iguais com o representante do Rei do Império.” (1931 – Churchill comentando o encontro de Gandhi com o Vice-Rei da Índia)

“Eu não concordo (...)que um grande mal tenha sido feito aos índios vermelhos da América, ou ao povo negro da Austrália (…) pelo fato de uma raça mais forte, uma raça mais graduada(...) tenha vindo para tomar o seu lugar.” (1937 – Churchill à Comissão Real da Palestina)

“O rápido, constante e absurdo crescimento dos fracos mentais e das classes insanas, aliado, como está, a uma permanente restrição entre as classes parcimoniosas, fortes e superiores, constitui um perigo nacional e racial impossível de exagerar. Eu sinto que a fonte que alimenta esse rio de loucura deve ser cortada e selada antes que mais um ano tenha passado.” (1910 – Churchill ao 1ºministro Asquith)

“A gente pode não gostar do sistema de Hitler, nem admirar o seu êxito patriótico. Se o nosso país for derrotado, eu espero que possamos achar um campeão igualmente admirável capaz de restaurar nossa coragem e de nos conduzir de volta ao nosso lugar no seio das nações.” (1937 – Churchill em Grandes Contemporâneos)

“Vocês são gente sem sentimento que quer arruinar a Europa – vocês não se importam com o futuro da Europa, vocês só têm seus próprios e miseráveis interesses em mente.” (Outubro de 1944 – Churchill aos integrantes do governo polonês em exílio)

E finalizando traduzo um trecho de um artigo que Churchill publicou no ILLUSTRATED SUNDAY HERALD e 8/2/1920. Neste artigo Churchill analisa os Judeus, chegando à conclusão de que existem os bons e os maus. Entre os primeiros ele relaciona aqueles que se integraram nos países em que passaram a viver. Dos segundos fazem parte os que ele até mesmo classifica de terroristas, dizendo do papel fundamental que representaram na criação do bolchevismo. Fariam parte de uma confederação sinistra e Churchill continua textualmente:

“(...)Este movimento entre os judeus não é novo. Desde os dias de Spartacus-Weishaupt aos de Karl Marx, e até Trotsky (Rússia), Bela Kun (Hungria), Rosa Luxemburg (Alemanha) e Emma Goldman (Estados Unidos), essa conspiração mundial para a derrubada da civilização e para a reconstituição da sociedade sobre a base de um desenvolvimento contido, é de uma malevolência invejosa e sem igual, tem vindo a crescer de forma constante. Foi a mola principal de todo movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, este bando de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos acaba de pegar o povo russo pelos cabelos e tornou-se praticamente dono incontestável deste enorme império. (…) Com a notável exceção de Lenin, a maioria das principais figuras são judeus. Além disso, a principal inspiração e força motriz vem dos líderes judeus. Assim Tchitcherin, um russo puro, é suplantado por Litvinoff, seu subordinado nominal, e a influência de russos como Bukharin ou Lunacharski não pode ser comparada ao poder de Trotsky ou de Zinovieff, o ditador da Cidade Vermelha (Petrogrado) ou de Krassin ou Radek – todos judeus. Nas instituições soviéticas a predominância dos judeus é ainda mais surpreendente. A importante, senão mesmo a principal, parte do sistema de terrorismo aplicada pela Comissão Extraordinária de Combate à Contra-Revolução, foi executada pelos judeus. Em alguns casos por judaizados notáveis. O mesmo destaque perverso foi obtido pelos judeus no breve período de terror durante o qual Bela Kun governou a Hungria. O mesmo fenômeno ocorreu na Alemanha (especialmente Baviera), tanto que essa loucura permitiu saquear a prostração em que se encontrava o povo alemâo.(...)”

Aí deu para ver um Churchill diferente da figura que costuma nos ser apresentada. As primeiras citações eu as obtive do The Guardian (Londres) do dia 28 de novembro de 2002. Sobre o que Churchill falou dos judeus fui alertado por um video do Dr.William Pierce, que acaba de ser censurado e removido pelo youtube. Mas com um pouco de pesquisa a gente chega no artigo mencionado.

www.toedter.com.br

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Londrina: Richa 32,5%, Ratinho 9% e Gleisi 8,5%



Em Londrina, pesquisa divulgada ontem (30) pela Folha de Londrina aponta a liderança do governador Beto Richa (PSDB) na disputa do Palácio Iguaçu em 2014. Richa tem 32,5% das intenções de voto, seguido por Ratinho Junior (PSC), 9%, Osmar Dias (PDT) e Gleisi Hoffmann (PT), ambos com 8,5% . Para a presidência, José Serra (PSDB) aparece com 15,5% e Dilma Rousseff (PT) tem 14,5%.

O Instituto Multicultural também perguntou qual é a avaliação que os londrinenses fazem dos governo estadual e federal. Beto Richa alcançou 56% entre conceitos ótimo/bom e 9% de péssimo/ruim. A presidente Dilma teve 27% para péssimo/ruim e 30% para ótimo/bom. A pesquisa foi feita entre 25 e 29 de outubro e entrevistou 602 eleitores nas zonas urbana e rural do município. A margem de erro é de 3 pontos.

Fonte: Blog do Bronca

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O simbolismo das pombas brancas



(*) Por Mylena Cooper

Há muito tempo, a pomba branca vem sendo usada em comemorações de datas cívicas, em aberturas ou encerramentos de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, casamentos, formaturas e outras tantas manifestações religiosas, desportivas ou patrióticas. A ave ganhou o status de símbolo da paz em todo o mundo.

Para os católicos, essa denominação surgiu quando a pomba trouxe para Noé o ramo de oliveira depois do dilúvio, simbolizando a paz entre Deus e os homens. Na interpretação bíblica, a pomba branca é um dos símbolos do Espírito Santo. Na antiguidade, gregos e romanos trocavam pombos como presente de casamento.

Para alguns, soltar pombos brancos em um funeral simboliza a jornada do espírito do indivíduo falecido para um mundo de paz. O número de pássaros soltos também carrega um sentido simbólico. Um único pássaro significa o espírito do ente querido, enquanto que quatro pombos significam a Santa Trindade guiando a alma para o céu. De dez a 20 pombos representam anjos viajando com o espírito, guiando a pessoa até o destino final.

Um curioso estudo, feito pelo Crematorio Vaticano, afirma que a importância da revoada de pombas brancas no final de um funeral, sepultamento ou cerimônia de cremação vai além da simbologia: a revoada ajuda no bem-estar físico e emocional da família. A explicação está no fato que os olhos têm tecidos semelhantes aos do cérebro e estão diretamente ligados por vasos sanguínios, nervos e músculos. Com o emocional afetado, o corpo tensiona. O simples movimento de olhar para cima por aproximadamente um minuto estimula o sistema nervoso, reduzindo a pressão arterial, o que proporciona o relaxamento e, consequentemente, diminui o ritmo da respiração. A movimentação do pescoço para acompanhar a revoada também auxilia no alívio da tensão.

Existe muita beleza e significado nessas aves, ainda mais no dia em que lembramos dos entes queridos já falecidos. Utilizar pombas brancas é uma homenagem bonita aos olhos e à memória daqueles que já não estão mais conosco.


(*) Mylena Cooper é publicitária e sócia do Crematório Vaticano, pioneiro nos estados de Santa Catarina e Paraná

Paraná obtém liberação de R$ 3,9 bi para investimentos



O governador Beto Richa anunciou hoje, durante encontro com a presidente Dilma Rousseff em Curitiba, a liberação pelo governo federal de financiamentos nacionais e internacionais para o Paraná que somam R$ 3,9 bilhões. Os primeiros empréstimos que deverão ser assinados somam R$ 1,7 bilhão. “Os novos recursos vão permitir que o Governo do Paraná amplie os investimentos que já vem fazendo em programas e ações nas áreas de atendimento social, educação, saúde, segurança pública e obras de infraestrutura em todas as regiões do Estado”, disse Richa.

“Vamos fortalecer programas em andamento e implantar novos projetos que repercutem diretamente na qualidade de vida dos paranaenses. Os financiamentos para investimentos no Estado serão pagos religiosamente pelos paranaenses. É tradição do nosso Estado honrar seus compromissos”, afirmou Richa, que agradeceu à presidente Dilma Rousseff. “Está dando ao Paraná a atenção que o Estado merece”, completou.

O Paraná negociou, ao longo dos últimos de dois anos e meio, financiamentos junto ao Banco Mundial, BID, Credit Suisse, BNDES e do Banco do Brasil. A liberação dos empréstimos, contudo, aguardava a chancela do governo federal. Os financiamentos junto ao Bird, Banco do Brasil e BNDES poderão ser assinados com a anuência da Secretaria do Tesouro Nacional. Os financiamentos junto ao BID e o Credit Suisse, após anuência prévia da STN, serão encaminhados para aprovação do Senado Federal. Estão incluídos no montante total, recursos para o metrô de Curitiba.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Análise mostra Partido Democrata dos EUA totalmente envolvido com a Indústria da Espionagem nas Comunicações



Bem-vindo a The Real News Network. Eu sou Noor Jaisal em Baltimore.

Bush e Cheney podem ter inventado, mas os líderes nacionais do Partido Democrata são jogadores exímios no estado nacional de vigilância do século 21. E as pressões de grupos de interesse que agora ajudam a sustentar os seus defensores em Washington funcionam tão poderosamente tanto sobre os democratas quanto os republicanos. Isso é de acordo com Thomas Ferguson, Paul Jorgensen e Jie Chen. Eles acabaram de postar uma versão curta de seu novo relatório na AlterNet e um paper de trabalho para o Roosevelt Institute intitulado Party Competition and Industrial Structures in the 2012 Elections: Who's Really Driving the Taxi to the Dark Side?

Estamos agora com um dos autores, Thomas Ferguson. Ele é professor de ciência política na Universidade de Massachusetts Boston, um membro sênior do Instituto Roosevelt, e um editor contribuinte da AlterNet.

Muito obrigado por estar conosco.

TOM FERGUSON, Prof. Ciência política, University of Massachussets, Boston: Olá.

NOOR: Então, professor Ferguson, o que estamos discutindo aqui vai contra a sabedoria convencional e a narrativa oficial da eleição de 2012. Você pode resumir exatamente o que você está dizendo?

FERGUSON: Certo. Bem, nós estamos dizendo um monte de coisas, mas vou me concentrar nas coisas relacionadas diretamente ao estado de vigilância nacional. Começamos tentando simplesmente fazer uma análise direta de dinheiro na política na eleição. Agora, eu digo isso plenamente consciente da ironia, porque não há nada de direto nisso.

Nós não usamos dados de ninguém. Eu baixo tudo da Comissão Eleitoral Federal (Federal Election Commission) e da Receita Federal (IRS), que faz as chamadas 527 contribuições, que são grandes - é um monte de dinheiro. E, então, passamos uma espécie de peneira e aplicamos várias técnicas de computador que ninguém aplica. Quer dizer, eu já falei sobre isso antes neste programa - não sinto particularmente a necessidade de fazê-lo novamente.

E então estávamos sentados, sabe, analisando. E nossas primeiras fases do estudo são praticamente as mesmas. Você meio que senta lá e tenta descobrir, ok, vamos pegar toda a comunidade empresarial, então vamos dividi-la em grandes empresas e o resto e ver essas duas amostras, uma das empresas em geral e a outra de grandes empresas. Então, fazemos isso.

E quando olhamos a amostra das empresas em geral, o que descobrimos é simples, o apoio a Obama nesse segmento não era muito forte. Apenas contando percentuais de empresas que contribuíram, cerca de 24% o fizeram. O percentual republicano para Romney era, tipo, 46% - muito maior.

E quando olhamos para a amostra de grandes empresas, encontramos, sabe, mais uma vez a desproporção entre republicanos e democratas, embora desta vez tudo mudou.

Ou seja, 76% das grandes empresas de negócios em nossa amostra estavam contribuindo para Romney, e cerca de 56% para Obama. Agora, você sabe, o que isso parecia para nós foi a história de sempre, que é, sim, os republicanos são o partido das grandes empresas, embora, pensamos que isso era realmente muito interessante. E esse é um lugar onde começamos a nos afastar da narrativa costumeira. Obama tinha um grande apoio das grandes empresas, muito mais do que qualquer discussão sobre a campanha que eu conheço poderia sugerir.

Mas onde a história ficou muito interessante para nós foi quando fizemos o nosso movimento habitual, que foi começar a olhar para partes da comunidade empresarial, geralmente setores em primeiro lugar. E lá descobrimos rapidamente que o apoio a Obama de certas indústrias está muito maior do que a média. E essas indústrias são seis, em especial: telecomunicações, eletrônica, defesa, software na web, computadores e fabricação para a web.

Em junho de 2013, quando saíram as revelações de Snowden, você sabe, a partir de Glen Greenwald & Cia. no The Guardian e, até certo ponto, no The Washington Post, nós estávamos olhando para estes resultados e dissemos, “sabe , isso é realmente muito interessante”. Esses setores que estão mostrando porcentagens extremamente altas de contribuição para Obama são justamente os setores em que um grande número dessas empresas que são mencionadas são ativas realmente. E nesse ponto, você sabe, nós sabemos que temos uma conclusão muito interessante, que muitos dos bastiões de apoio a Obama, talvez a maior de todas, são precisamente essas empresas, as responsáveis pela vigilância - deveria dizer, os setores em que essas empresas predominam. Por outro lado, eu também posso dizer, sem tentar ir empresa a empresa, um monte de gente discutiu no The Guardian e em outras publicações, Google, Facebook, Apple, por exemplo, todos eles contêm contribuições substanciais ou colaboradores, porque você pode ter tanto as empresas quanto os executivos contribuindo de acordo com nossas regras nestes dias. Eles aparecem para os democratas em quantidades substanciais.

NOOR: E como você aponta, muitos simpatizantes de Obama estavam esperando que o presidente Obama fosse frear você sabe, o que poderia ser visto como a vigilância desenfreada e as escutas telefônicas nos anos Bush-Cheney. Então, o que precisa ser feito para colocar as rédeas nessas empresas e algum tipo de controle?

FERGUSON: Sabemos pelo excelente livro de Tim Shorrock sobre este assunto que constantemente a partir da era Reagan, o governo privatizou mais e mais operações de inteligência. E, você sabe, o pessoal de Clinton foi muito grande nisso. Mas, então, o tipo de grande mudança é depois do 911. Todo o tipo de operação recém-privatizada, então aumenta enormemente. E por isso estamos a ponto de agora, digamos, assim, dois terços de todos os gastos de inteligência, as estimativas de Shorrock, vão para o setor privado.

E, você sabe, eu tenho que dizer, considerando o passado, isto se parece com uma enorme quantidade de outros esforços de privatização que eu vi, onde começa uma política de clientela. E, certamente, há pressões de grupos de interesse poderosos. Se você olhar - quero dizer, há alguns estudos - há pelo menos um estudo da emenda que quase passou na Câmara dos Deputados, não muito tempo após as revelações iniciais para conter a NSA, e eles mostravam que houve - a correlação entre os distritos e defesa e que eles estavam chamando dinheiro do setor de vigilância, o que provavelmente é mais restrito do que o que eu sou, era muito elevado. E é - isso é muito interessante e é muito assustador.

Mas a minha opinião é que o tipo real de interesses industriais aqui é agora muito profundo muito grande. E o que parecia ser um problema de ideologia, ou seja, o que políticos líderes ou burocratas achavam que era legal ou moralmente aceitável é apenas a ponta do iceberg. Agora você tem um enorme problema de grupos de interesse.

Mas penso eu que isso coloca a questão de controle novamente. Quer dizer, parece bastante óbvio para mim, olhando agora de novo em tudo isso com olhos mais atentos, que é óbvio que, quando Obama chegou, sim , como você disse , nós todos esperávamos que ele iria frear a espécie de superestado nacional de vigilância prolongada da era Bush-Cheney , em vez disso o que ele fez foi corrigir alguns erros mais graves, mas nós sabemos que ele estava de fato secretamente expandindo o que estava acontecendo sob a vigilância.

O governo até mesmo estava se oferecendo para pagar parte dos custos das empresas, quando eles tiveram que mudar o seu equipamento, o que naturalmente torna absurdas suas negações de que eles não sabiam de nada. E o que há é, eu diria - muito assustador, certo? Quero dizer, você tem um governo que quer coletar quase tudo sobre você, trabalhando com empresas que também gostam dessa ideia. E, o que de fato eles gostariam de fazer é vender essas informações. Este é um tipo de circuito fechado.

Isto é - você sabe, eu não diria que esse era problema principal. Você sabe, eu fui, claro, como um monte de outras pessoas, ingênuo.

NOOR: Então, Thomas Ferguson, nós certamente temos muito o que falar, mas nós vamos terminar esta parte da conversa. Muito obrigado pela sua participação

FERGUSON: Obrigado.

NOOR: Obrigado pela participação na Real News Network.

Fim da entrevista.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Alunos das Apaes homenageiam Richa



Nas visitas que faz ao interior, o governador Beto Richa é sempre bem recebido pelos professores e alunos atendidos pelas Apaes do Paraná e, é claro, fica muito emocionado. "No Paraná temos 415 escolas de educação especial, a maioria Apaes, que atendem, com extrema dedicação e qualidade, mais de 42 mil alunos", disse Richa , hoje ao encontrar com professores e alunos da Apae de Imbutiva. As fotos são do mestre Orlando Kissner.

"Com o programa Todos pela Educação, pioneiro no país, as escolas especiais têm a garantia do pagamento de professores, da construção e manutenção dos prédios, mobiliário, transporte, alimentação escolar e do pagamento de despesas com energia e água. Até o final deste ano, serão R$ 436 milhões em recursos destinados para a educação especial", completou.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Pessuti visa pré-candidatura a governador em 2014



O ex-governador Orlando Pessuti está em campo para disputar o governo no próximo ano. Ao cumprir seu mandato ao suceder Requião, Pessuti mostrou um estilo diferente e moderno de administração, mantendo contato direto com a população, trabalhando com serenidade e equilíbrio, conquistou grande parte da opinião pública paranaense.
Para discutir as candidaturas majoritárias nas eleições do ano que vem, o ex-governador Orlando Pessuti, secretário geral do PMDB estadual, fez plantão na Assembleia Legislativa na semana passada. Conversou com nove dos treze deputados da bancada peemedebista e reafirmou sua disposição de disputar o pleito como candidato a governador. O dirigente do PMDB disse também que, semanalmente tem percorrido as cidades do interior do Paraná e também da Região Metropolitana de Curitiba, para conversar com as lideranças do partido. “Nesses encontros tenho procurado sempre estimular as candidaturas de deputado estadual ou federal e apresentado minha intenção em participar da disputa ao governo do Paraná”. Como resultado dessas conversas, Pessuti apresentou nesta segunda-feira (21), à Comissão Executiva Estadual do PMBD uma proposta para que sejam realizados seis encontros macro regionais até o final do ano. “Vamos debater com as lideranças peemedebistas de todo o Estado, a realização das prévias, que poderão acontecer em março de 2014, visando definir as questões ligadas à candidatura própria, bem como as possíveis coligações e alianças”, informou o ex-governador. Na opinião de Pessuti, uma vez que as convenções partidárias que definirão os candidatos, só acontecerão em junho de 2014 “é natural que no período que antecede essas convenções, os partidos e pré-candidatos conversem e, através do entendimento, busquem construir aquilo que julguem melhor para cada partido ou coligação”, justificou.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pânico no PT-PR: ex-assessor ameaça falar sobre 'recursos não contabilizados'



Rastilho de pólvora – O pânico voltou a rondar o PT do Paraná. De dentro da cadeia, o ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Eduardo Gaievski (acusado de estupro de menores), retomou a sessão de de recados. Caso continue abandonado e sem assistência do partido pode revelar o que sabe. Gaievski tem relatórios minuciosos sobre quanto encaminhou em “recursos não contabilizados” para as campanhas do PT nos dois mandatos (2005-2012) em que foi o prefeito de Realeza, cidade do Sudoeste paranaense. Para colocar mais lenha na fogueira, diz saber quanto, quando e, principalmente, quem recebeu tais recursos.

Para que não lhe ocorram “mal entendidos fatais”, Gaievski avisa que qualquer “incidente” não impedirá que as informações – guardadas em lugares seguros, em mãos de pessoas de confiança – cheguem a quem de direito. O PT do Paraná, que acaba de ter seu presidente, o deputado estadual Ênio Verri, condenado por improbidade administrativa, receia entrar na campanha de 2014 mergulhado em escândalos.

de ucho.info

Richa anuncia R$ 240 milhões às cidades do litoral do Paraná



O governador Beto Richa anunciou neste sábado, 19, em Matinhos, no litoral do Paraná, R$ 240 milhões para Matinhos e Pontal do Paraná. A maior parte dos recursos (R$ 200 milhões) é para ampliar o sistema de coleta e tratamento de esgoto nas duas cidades. "É o maior volume de investimentos que o Governo do Estado fez no Litoral, região que era lembrada em outros governos apenas no período de veraneio. Aqui também moram pessoas que merecem atenção e melhoria na sua qualidade de vida", disse Beto Richa.

Mais de três mil pessoas acompanharam Richa em Matinhos. A interação do governador com as crianças e com os moradores do litoral podem ser comprovadas pelas fotos do mestre Orlando Kissner.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Escolas continuam especiais no Paraná - por Beto Richa



Não sei o porquê do impasse criado ou da resistência de parlamentares petistas em não reconsiderar o projeto do senador José Pimentel (PT-CE) que obriga o atendimento de alunos com deficiências na escola pública tradicional, e que está na Comissão de Justiça do Senado.

No nosso estado, tudo foi resolvido de forma mais simples e mais humana: as escolas especiais passaram a integrar a rede estadual de ensino, recebendo a mesma atenção das escolas públicas, os mesmos programas educacionais e os mesmos recursos financeiros do governo.

Trecho do artigo "Escolas continuam especiais no Paraná", do governador Beto Richa, publicado neste domingo, 13, na Gazeta do Povo. Leia a seguir a sua íntegra.

Escolas continuam especiais no Paraná

Beto Richa

Não sei o porquê do impasse criado ou da resistência de parlamentares petistas em não reconsiderar o projeto do senador José Pimentel (PT-CE) que obriga o atendimento de alunos com deficiências na escola pública tradicional, e que está na Comissão de Justiça do Senado.

No nosso estado, tudo foi resolvido de forma mais simples e mais humana: as escolas especiais passaram a integrar a rede estadual de ensino, recebendo a mesma atenção das escolas públicas, os mesmos programas educacionais e os mesmos recursos financeiros do governo.

A medida que está sendo proposta pelo governo federal, além de descabida e desumana, compromete o serviço de qualidade feito pelas Apaes. No Paraná, temos 415 escolas e instituições de educação especial, a maioria Apaes, que atendem, com extrema dedicação e qualidade, a mais de 42 mil alunos de várias idades com algum tipo de deficiência. Com o programa “Todos pela Educação”, que lançamos no início deste ano e que foi pioneiro no país, as escolas especiais têm a garantia do pagamento de professores, da construção e manutenção dos prédios, mobiliário, transporte, alimentação escolar e do pagamento de despesas com energia e água. Até o fim deste ano, serão R$ 436 milhões em recursos destinados para a educação especial.

Nada mais justo. Afinal, sempre primamos em eliminar qualquer tipo de discriminação. Tudo o que é destinado à pessoa sem deficiência também deve ser destinado à pessoa com deficiência. Tudo o que vai para a escola tradicional do estado tem de ir para as escolas especiais, sem criar constrangimentos. Trouxemos as entidades de ensino especial para dentro das ações do estado. Ou seja, a rede pública incorporou a educação especial, respeitando as suas características.

Temos a clareza da possibilidade de convivência do sistema inclusivo com a manutenção das escolas especiais. Por isso, a Resolução 3.600/2011, agora oficializada, autoriza a alteração do nome das escolas de educação especial para escolas de educação básica, na modalidade de Educação Especial. Todas as escolas mantidas pelas Apaes e coirmãs passaram a ser escolas de educação básica na modalidade de educação especial, podendo oferecer, além de educação infantil e ensino fundamental, a educação de jovens e adultos e educação profissional.

Reafirmo que não sou e nunca fui contra a educação inclusiva. Porém, é preciso ressalvar que a Constituição Federal previu, em seu artigo 208, inciso III, a garantia de “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência preferencialmente na rede regular de ensino” e não, como querem alguns, exclusivamente na rede regular de ensino.

Para resumir e acabar com os impasses no Senado é fundamental que seja restabelecida a redação anteriormente aprovada na Câmara dos Deputados: universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos(às) alunos(as) com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complementar e suplementar, em escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

Nós, no Paraná, fomos além do que corretamente está proposto e que, aliás, já era reconhecido pela Constituição.

Beto Richa é governador do Paraná.

Fruet tenta justificar a não redução da passagem de ônibus



Assim que assumiu a Prefeitura Municipal de Curitiba, na segunda semana, Gustavo Fruet autorizou aumento nas tarifas do transporte coletivo. No mês seguinte, pressionado pelos estudantes nas ruas, voltou atrás. Hoje, quando o Tribunal de Contas denuncia que a tarifa está superfaturada, além de monopolizada por uma família, o prefeito não apenas se recusa a reduzir o valor de R$ 2,70 para R$ 2,25 (valor informado pelo Tribunal de Contas), como ainda anuncia um possível aumento para fevereiro.

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) repetiu recentemente que só reduz a passagem de ônibus de Curitiba - R$ 2,70 para R$ 2,25 - se houver uma decisão da Justiça. O mesmo diz que à respeito da concessão do sistema de transporte das linhas de ônibus. “Nós temos que respeitar o contrato. O que eu não posso agir de forma irresponsável e deixar depois um passivo para a cidade”, diz o prefeito.

Fruet disse que a tarifa deve aumentar em fevereiro do ano que vem, por conta do reajuste dos salários dos motoristas e cobradores. “Disso tudo, deve ser repassada, pelo menos, a correção da inflação. Esse dinheiro vai sair de algum lugar – ou sai da tarifa, ou sai do imposto sobre a população. Nós temos que ter transparência com relação a esses números”, afirmou. Entretanto, os valores estão superfaturados e a população não é obrigada a engordar os lucros ilegais dos concessionários.

sábado, 28 de setembro de 2013

Giba filia-se ao PSDB



O atleta de voleibol Gilberto Amauri Godoy Filho, o Giba, filiou-se ao PSDB neste sábado, 28, durante encontro nacional do partido na região Sul, realizado em Curitiba. "Um partido cada vez mais jovem, que contribui cada vez mais para mudar a realidade do Brasil. Eu acredito nos ideais do partido, por isso que o escolhi", disse o jogador.

Giba afirmou que ainda não tem pretensões para candidatura, mas espera contribuir com o esporte brasileiro, principalmente no Paraná. "Conheço o bom trabalho de anos e anos do José Richa e agora do seu filho Beto Richa pelo Paraná e acredito que posso contribuir ainda mais", acrescentou. Aécio Neves e o governador do Paraná, Beto Richa, deram a mesma opinião sobre a filiação: "Temos orgulho de ter o Giba conosco. Ganha não só o partido mas o esporte brasileiro".

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rosemary convoca Gilberto Carvalho e tenta anular destituição



Os advogados de Rosemary Noronha afirmaram que buscarão anular a decisão da Controladoria Geral da União que determinou a destituição do serviço público da ex-chefe do gabinete regional da Presidência. Em nota divulgada, eles afirmam que testemunhas indicadas por Rosemary foram negadas, entre elas o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência).

No processo da CGU, a defesa de Rosemary rebateu, por escrito, vários pontos específicos das acusações feitas contra ela. Sobre o recebimento de R$ 12,5 mil, por exemplo, ela atribui à relação de amizade que mantinha com os irmãos Vieira, afastando relação com o cargo que ocupava.

Sobre o tráfico de influência, afirmou que não tinha atribuição nem poder para influenciar nas indicações de Paulo e Rubens, ex-dirigentes da Agência Nacional de Águas e da Agência Nacional de Aviação Civil, respectivamente.

PSDB quer que presidente do Cade se explique



O presidente do Cade, Vinícius Marques de Carvalho, deve ser convidado a se explicar ao Senado sobre a omissão em seu currículo do período em que trabalhou com o deputado estadual Simão Pedro (PT). “É muito grave isso. Já estou estudando quais as medidas políticas e judiciais cabíveis nesse caso. Vou pedir que ele venha à comissão que o sabatinou, a Comissão de Assuntos Econômicos, para esclarecer o assunto”, disse o líder do PSDB, senador Aloysio Nunes (SP). Carvalho foi sabatinado no Senado em maio do ano passado.

Reportagem do Estadão revela que o presidente do Cade omitiu em ao menos quatro currículos oficiais ter sido chefe de gabinete de Simão Pedro, entre 2003 e 2004. O deputado é responsável, desde 2010, por representações que apontam suspeitas de irregularidades em contratos do Metrô de SP e da CPTM. Nunes ironizou a justificativa de Carvalho, que classificou a omissão como “não intencional”. “Ele omitiu informações importantes que, seguramente, teriam influenciado a indicação”, disse Aloysio.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Richa tem 78,5% de aprovação em Ponta Grossa



Pesquisa do Instituto Exatta divulgada neste domingo, 22, no Jornal da Manhã, aponta a aprovação do governador Beto Richa (PSDB) subiu em 78,5% em Ponta Grossa. Já a presidente Dilma tem 50% de aprovação e o mesmo percentual de desaprovação. O instituto entrevistou 515 eleitores entre os dias 10 e 12 de setembro. A margem de erro de 4,5%.

Na disputa das eleições de 2014, Richa lidera a pesquisa com 43,69%. Em seguida, vem Gleisi Hoffmann (PT) com 26,41%, Roberto Requião (PMDB) com 18,64% e Joel Malucelli (PSD) com 0,97%. Na espontânea, Richa continua liderando com folga, com 26,21%, seguido de Gleisi (8,54%), Requião (7,57%) e o senador Alvaro Dias (1,75%).

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A canastrice das atrizes "em luto"



Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

No ranking de artistas pagando mico para pegar carona no atual momento político, pouca gente achava que seria possível superar Caetano Veloso, o velho baiano black bloc.

Pois Caetano acaba de ser ultrapassado por cinco atrizes da Globo. Com folga. Bárbara Paz, Susana Vieira, Rosamaria Murtinho, Carol Castro e Nathália Timberg acharam fundamental tirar um foto de preto, postada no Instagram de Bárbara com a legenda: “Atrizes em luto pelo Brasil”. Foi um protesto contra a decisão do STF de aceitar os embargos infringentes.


É evidente que elas podem se indignar e dar recado sobre qualquer coisa. É evidente que podem achar um absurdo, um crime, uma palhaçada a decisão do Supremo. Agora: no que isso contribui para o debate? O que, por exemplo, Bárbara Paz pensa do processo? Ela acompanhou tudo, provavelmente, tirou suas conclusões e resolveu se manifestar, certo?

Difícil. Ela e as amigas viram aí uma oportunidade de aparecer bem na fita e pau na máquina. Elas não são apenas funcionárias da Globo, não. Elas são engajadas.

Das cinco, a que costuma falar mais é Rosamaria Murtinho — na Caras e na Contigo. Recentemente, deu uma entrevista. “Eu acho [Lula] uma pessoa covarde”, disse. “Ele foi para a África e depois deu uma entrevista para o New York Times explicando as manifestações e dizendo que elas foram em apoio à presidente Dilma. Quer dizer, só uma pessoa idiota que faz isso. Basta dizer que a presidente Dilma teve 56 milhões de votos e a oposição teve 47 milhões”. (Na verdade, foi um artigo de Lula para o Times, em que ele disse que as manifestações foram resultado dos avanços econômicos do governo; e, no segundo turno, Dilma teve 55,7 milhões votos e José Serra, 43,7 milhões.)

Todos nós queremos um país melhor. Ninguém gosta de “ladroeira”. Mas essa grita das atrizes é parente da queixa do sujeito que berra contra a corrupção e suborna o guarda na estrada.

Por que elas não brigam por roteiros menos imbecis nas novelas da Globo? Por que não fazem um minuto de silêncio contra o sistemático emburrecimento da população promovido por gerações de autores e atores? Por que não carregam faixas exigindo textos de Shakespeare? Francamente: como é que Susana Vieira, sim, Susana Vieira — Susana Vieira, senhoras e senhores –pode posar de musa trágica da indignação? O que Susana Vieira fez pelo Brasil em 50 anos de carreira?

A foto é de uma canastrice e de uma auto-importância ímpares. Mas eu tenho uma suspeita: terminado o clique, todas elas voltaram a sorrir normalmente enquanto discutiam o próximo capítulo de Amor à Vida. Nathália, Bárbara, Rosamaria, Carol e Susana: muito obrigado por fazer um Brasil mais decente.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Audi volta produzir no PR, anunciam Richa e Stadler



O governador Beto Richa e o presidente mundial da Audi, Rupert Stadler, anunciam amanhã (quarta-feira, 18), às 10h30 no Palácio Iguaçu em Curitiba, a retomada da produção de veículos da marca alemã no Paraná. As negociações entre o governo estadual e a montadora começaram há cerca de seis meses e foram lideradas diretamente por Richa. Na foto, Richa assina o protocolo com dirigentes da montadora em 21 de agosto.

“É mais uma conquista dos paranaenses. Em pouco mais de dois anos, criamos um ambiente propício no Estado através do diálogo, da segurança jurídica e do entendimento com as empresas. E através do Programa Paraná Competitivo e com a política de industrialização do governo, resgatamos a confiança do setor produtivo e voltamos a atrair grandes empresas como a Audi", disse Richa.

A Audi vai investir R$ 504 milhões na instalação da nova linha de produção em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, para produzir os modelos A3 (compacto) e Q3 (SUV). Quando estiver operando em capacidade máxima, a fábrica deve produzir 26 mil veículos por ano.


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Água Verde se revolta contra Gustavo Fruet



Reportagem de Gerson Klaina, no Paraná Online, aponta que os moradores do Água Verde estão indignados com a prefeitura de Curitiba devido à grande quantidade de moradores de rua que infernizam a região. Comerciantes e moradores denunciam o aumento do número de furtos, consumo de drogas, bebidas alcoólicas e pratica de sexo nas ruas. As situações ocorrem desde o fim do ano passado quando a FAS instalou um abrigo para moradores de ruas na esquina das ruas Professor Assis Gonçalves e Goiás.


O bancário Evaldo Grein é um dos vizinhos indignados com o mau comportamento dos moradores de rua na região. Ele afirma que por diversas vezes já presenciou cenas de consumo de drogas e que até sexo entre os mendigos já foi flagrado pela vizinhança. “É só você andar pelas ruas da região. Tem morador de rua por todos os lados, mas o que incomoda mais é o comportamento nas ruas do bairro. O uso de crack já virou normal e já teve gente que os viu mantendo relações sexuais à céu aberto”, afirma.


O casal Geraldo e Rosa Neponuceno mora na região há mais de 30 anos. Eles contam que nos últimos meses andar pelas ruas do bairro ficou mais complicado e perigoso. “Quando não pedem dinheiro, ficam gritando palavrões e mexendo com as pessoas na rua”, reclama Dona Rosa. “Eles montam acampamentos nas calçadas e você quase não consegue andar. Fora o mau cheiro deixado por esses acampamentos”, completa Seu Geraldo.


Grein afirma que o número de pequenos assaltos cresceu consideravelmente desde que o Centro POP foi inaugurado. “As vítimas são principalmente as pessoas mais idosas, que costumavam caminhar pelas ruas do bairro. Como são alvos fáceis, os moradores de ruas mal intencionados assaltam mesmo. Quase sempre usando cacos de vidros e pedindo qualquer quantia”, explica o morador.


De acordo com os moradores, a indignação não é em relação ao trabalho do Centro POP, mas sim onde e a maneira como ele é feito. “Sabemos que esse é um trabalho que qualquer administração pública tem que fazer. Mas aqui está sendo feito de maneira errada. No Centro, eles apenas oferecem comida e um banho. Trazem moradores de rua da regional inteira, dão de comer e depois largam aqui na nossa vizinhança. Além disso, o local é inadequado. Aqui é um bairro residencial. Esse centro devia ser instalado num local mais movimentado. Os moradores de rua chegam e vão ficando”, relata Grein.


A situação fez com que a vizinhança realizasse um abaixo-assinado para pedir maior patrulhamento policial. A ação, que já colheu mais de 2 mil assinaturas, foi organizada por Jean Franco Toniolo, dono de uma pequena banca de revistas localizada na Avenida dos Estados. Ele conta que diversos comerciantes da região vêm sofrendo com a presença dos moradores de rua no local. “Aqui no meu negócio eles acabam abordando clientes de maneira grosseira. Tem um restaurante aqui do lado, que um morador de rua invadiu gritando e batendo nas mesas. Outro colega comerciante me disse que toda a semana é obrigado a lavar a fachada da sua loja porque urinam e defecam na porta da loja. Então, a situação está insustentável”, alerta.


“Nós vizinhos estamos tomando todas as medidas cabíveis e legais em relação ao assunto. Já tivemos conversas e reuniões com a FAS, Polícia Militar, Guarda Municipal e Conselho de Segurança do bairro. Já fizemos um abaixo-assinado e mandamos pra prefeitura e órgãos responsáveis. Até agora nada mudou. Nosso próximo passo é fazer uma caminhada até a prefeitura para chamar a atenção para a nossa situação. Alegam que todos têm o direito de ir vir, mas esse direito nos foi tirado”, lamenta Grein.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ministério Público vai ouvir petistas no escândalo Bancoop


Começou na segunda-feira, 2, no Ministério Público, a etapa de oitivas sobre as denúncias de irregularidades na
Cooperativa Habitacional dos Bancários - a Bancoop. A lista de testemunhas ouvidas no Fórum da Barra Funda, em São Paulo, inclui nomes como o tesoureiro do PT e ex-presidente da entidade, João Vaccari - atual conselheiro da Itaipu Binacional.